| VIZINHOS MOVIMENTO DE VIZINHOS DO CENTRO DE LISBOA |
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quinta-feira, outubro 13, 2005 Essa dos eléctricos prejudicarem o trânsito é fantástica. Mas é um argumento muito antigo, e foi mesmo o principal para se ir acabando com os eléctricos. Só que hoje é diferente, o estacionamento impede os eléctricos de andarem. A das floreiras é tenebrosa. É uma das principais medidas do programa do Carmona. Porque é que omites o(s) partido(s) dos panfletos? Ninguém se ofende, só haveria problema se não fosse verdade. Parece-me um excesso de pudor. Nuno: por favor, desçamos à terra! As conversas sobre a "falta de consciência cívica dos portugueses" no que respeita ao estacionamento são um disparate que só serve para justificar que não se faça nada para impedi-lo. Se o problema fosse esse, como é que se justificava que a polícia seja mais eficaz e as multas mais altas noutros países que não Portugal? Francamente, não consigo perceber como é que alguém é capaz de acreditar que uma pessoa vai deixar de estacionar no passeio para não incomodar os peões, se não souber que corre um alto risco de multa. Nem daqui a 500 anos, e entretanto o problema deixou de existir por falta de gasolina. Mas é um argumento recorrente, e de que maneira. A própria PSP serve-se dele para não ter muita maçada a rebocar os carros da linha do 28. Não sei se hei-de rir se hei-de chorar. E depois as pessoas quando vão ao estrangeiro de carro ficam sempre muito admiradas porque à mínima transgressãozita pimba são logo 250 euros e toma lá que é para veres se para a próxima tens mais consciência cívica. posted by Anónimo | 15:03 terça-feira, outubro 04, 2005 Olá caros vizinhos, tenho uma questão para colocar: junto à minha habitação (mais precisamente na costa do castelo) existe uma igreja que tem programado o seu sino para tocar a cada 15 minutos. Não obstante das questões tradicionais e católicas que o caso implica, questiono: será isto legal? Pois tenho conhecimento de que não é permitido realizar actividades ruidosas (sejam estas quais forem) perto de zonas residenciais, salvo se houver uma licença especial de ruído emitida pela respectiva câmara municipal ou pelo governador civil. Reconheço o ?direito? da igreja de tocar o seu sino seguindo a tradição de anunciar as horas e também o início das cerimónias católicas com uma frequência horária ou mesmo, quem sabe, meia horária, mas julgo que a frequência de 15 em 15 minutos é perfeitamente incómoda da paz e saúde psíquica dos moradores da zona. Alguém me pode esclarecer? posted by Flour | 12:06 |
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